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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O Primeiro Apocalipse (First Apocalipse)

© The History Channel
Há muitos anos os cientistas vem tentando encontrar uma resposta para a dúvida a respeito da extinção em massa do Cretáceo - Terciário e jamais se chegou a uma teoria cuja coerência seja perfeita e tenha aceitação unânime perante a comunidade científica. Mas teorias existem, diversas delas, cada uma carregando uma legião de adeptos. É sobre este assunto que o documentário de 1 hora e meia de duração do History Channel trata, um apanhado sobre as teorias da extinção que tem mais prestígio e relevância. O evento K-T foi um verdadeiro caos, uma catástrofe tão terrível de exterminou a maior parte da vida na Terra, foi um verdadeiro apocalipse! Para ver o resumo do documentário e algumas fotos, clique para expandir a postagem.



O documentário começa explicando e questionando a principal e mais aceita teoria da extinção dos dinossauros, que é a queda de um meteoro gigante no Golfo do México no final do período Cretáceo.
Dinossauros do final do Cretáceo
©
The History Channel
Analisando o tamanho do objeto, onde caiu e quais são seus efeitos, diversos pesquisadores de renome na paleontologia dão sua opinião a respeito da colisão, outros explicam o que ocorreu e alguns ainda nos mostram o que não pode ter acontecido, dando uma boa noção a nós de como foi a queda do meteoro, se é que realmente ocorreu.
Bando de Alamossauros
© The History Channel
Alguns dizem que não matou todos os dinossauros, que só matou algumas espécies e que o frio causado pela falta de sol não afetou tanto os dinossauros e que alguns dados estão faltando para tornar a teoria algo mais concreto, faltam provas fósseis e alguns ainda acreditam, especificamente R. Bakker, que os dinossauros parecem já estar mortos antes da queda do corpo celeste, que eles já haviam morrido e o meteoro caiu logo em seguida. Essas e outras ideias são abordadas na primeira parte, focada na queda do meteoro.
Bando de Alamossauros
© The History Channel
Mas se o meteoro não deu conta de exterminar os dinos, o que foi que fez com que todos, ou pelo menos a maior parte, fosse varrida do planeta Terra? No documentário, uma boa hipótese é apresentada, trazendo para a discussão a possibilidade de que as doenças acabaram com os dinossauros. Doenças transmitidas por insetos eram fatais, pois os dinos não conseguiam espantar os insetos que os picavam, devido ao fato de não terem membros ou cauda adaptada para isso, algo como os cavalos de hoje fazem com a cauda, espantando os mosquitos com abanadas da mesma.
© The History Channel

Sem uma cauda assim para espantar os mosquitos, os dinos eram alvos fáceis de picadas, concentradas perto dos olhos, narinas e boca, onde a pele deveria ser mais mole e fina e assim, os insetos transmitiam vírus e parasitas aos grandes répteis que logo contraíam doenças. Outro modo de contrair parasitas era pela comida, ou seja, supondo que um inseto, como uma barata, esteja com parasitas em seu corpo. Um dinossauro come a barata e fica infectado e assim passa a ser afetado pela doença que tal parasita aflige aos hospedeiros.
O Meteoro criou muitas ondas de choque que arrastava os dinossauros
© The History Channel

Se o dinossauro morre, sua carcaça servirá provavelmente de comida para outros animais, que automaticamente serão infectados ao comer a carne do animal doente.
Isso propagaria uma pandemia de certa doença que poderia matar muitos animais, mesmo grandes, como os Saurópodes. Outro fator que pode ter desencadeado surtos de doenças é a baixa do nível do mar, que mudou a geografia do planeta, expondo faixas de terra antes submersas e que então se tornaram pontes de migração, permitindo aos dinossauros, por exemplo, da América do Sul, migrar até a América do Norte. Os animais chegavam em novos ecossitemas levando suas doenças e parasitas, aos quais já estavam acostumados, porém chegando lá, passavam as doenças aos habitantes daquele lugar e se contaminavam com as doenças dos mesmos. Como nenhuma das populações estava acostumada com as novas doenças, sofriam e morriam facilmente, porque seu sistema imunológico estava despreparado para o novo tipo de enfermidade que surgia.
Dinossauro bico de pato sofrendo com a doença
©
The History Channel

Assim imaginam alguns pesquisadores, que minúsculas criaturas, como os vírus e parasitas, podem ter dizimado milhares de dinossauros, mas ninguém tem como provar isto totalmente e por isso alguns trazem outras teorias sobre a extinção para que complementem o que falta nas teorias antigas.
Uma nova hipótese é a de que um intenso vulcanismo onde hoje é a Índia começou a jogar lava em enormes quantidades para fora da terra e simultaneamente expelia gases com alto nível de toxidade, que matavam animais que ali viviam e ainda provocavam chuvas ácidas, morte de plantas e o bloqueio da luz do sol. Para piorar, acredita-se que a erupção não era rápida, durou milênios, com pequenos intervalos em calmaria, nos quais a vida se recompunha, parcialmente pelo menos, até que nova erupção destruía tudo.
Triceratops
© The History Channel

Um cientista propôs que outra causa para a extinção pode estar fora da Terra, no espaço, e que seria uma espécie de cinturão de meteoros, situados na borda do nosso sistema solar e que a cada 26 milhões de anos causaria uma extinção em massa no planeta com os impactos de alguns dos meteoros que bombardeariam nosso globo. Mas isso não foi comprovado e ainda é uma teoria muito vaga, assim como a teoria de que a explosão de uma estrela grande, como ou maior que o nosso sol, que ao ficar sem combustível para queimar, explode formando uma supernova, que jogaria contra a Terra uma energia capaz de destruir parte da atmosfera e a camada de ozônio, expondo a biosfera aos efeitos nocivos da radiação solar, que cegaria animais e causaria queimaduras, tumores entre outros tipos de doenças e ferimentos.
Triceratops
© The History Channel
Muitos cientistas acham que a teoria da supernova é bem improvável, que a chance de isso ocorrer é muito remota e que é mais provável que a extinção foi causada por uma combinação de fatores, como a mudança climática e a deriva continental, que eram acompanhadas pelas erupções da Índia e que isso causava a dispersão de doenças, pois como dito, surgiam pontes de terra entre continentes, permitindo a migração. Justify Full
O T.rex viu a extinção de perto
© The History Channel

A partir disso a Terra já estaria condenada a perder a maior parte da sua biodiversidade, mas que a coisa ficaria ainda pior com a queda do meteoro em Yucatán e que isso seria a gota d'água no copo que já estava transbordando, dando início ao primeiro apocalipse!
© The History Channel
Caso tenha interesse em ver este documentário e não tenha nenhum meio de acesso a ele, veja abaixo como comprar o DVD do mesmo, por um preço bem baixo.

Geralmente podemos encontrar por aí alguns episódios, mas quando se trata de comodidade, nada melhor do que ver os episódios na televisão de casa, com imagem grande, nítida e som de qualidade, em vez de ver numa resolução baixa em um player qualquer em seu computador.
Por isto o Blog do Ikessauro oferece uma chance a quem não conhece este documentário, de assisti-lo em casa, o que para muitos geralmente não é possível, porque nem todos possuem acesso a canais como Discovery Channel, The History Channel ou National Geographic Channel e não encontram no mercado DVDs de tais produções.
Agora vários DVDs estarão disponíveis para que possam comprar aqui no blog, a um custo relativamente baixo. Cada disco custa somente R$8,00 reais e o custo de envio via correios é de R$5,00 reais para cada disco. Cada disco contem apenas 1 episódio, gravado da TV, portanto não contém no DVD nenhum material bônus, ou extras, nem menu ou seleção de legendas e idioma.
Este é o disco que você vai levar se comprar, exatamente igual ao da foto
© Blog do Ikessauro
O DVD contém apenas 1 episódio dublado (áudio em português), com duração aproximada de 1 hora e 30 minutos. Também disponibilizo aqui no blog outros títulos que podem ser vistos acessando o seguinte link ou o banner de DVDs da coluna de menus do blog.

Se desejar mais de 1 título, o frete sobe para R$10,00 reais, frete que pode comportar até 6 discos. Acima de 6 discos o frete é de R$15,00, tudo via carta registrada. Cada DVD/Disco contém 1 episódio dublado em português. A face do disco é pintada, ou seja, vem com um "desenho" em cada DVD, que é enviado em uma caixinha de CD comum, sem encarte nenhum. Os fretes anunciados nesta postagens só valem para discos com estojo comum. Documentários da BBC com estojos de DVD e encarte tem frete diferente
Se estiver interessado e quiser comprar, você deve entrar em contato pelo seguinte e-mail: patrick_krol.sk8@hotmail.com
Por favor, se entar em contato, escreva DVDs - Documentários no campo de assunto, para facilitar o reconhecimento.

Fonte
  • DVD O Primeiro Apocalispe

O Bebê Mamute (The Baby Mammoth)

Bando de Mamutes
© Discovery Channel/Screenshot by Ikessauro
Acho que muitos lembram que há alguns dias postei sobre o documentário "Acordando o bebê Mamute" (Waking the Baby Mammoth), do National Geographic Channel aqui no blog, contando a história do filhote de Mamute praticamente inteiro encontrado na Sibéria. No final do documentário, o nativo que achou o filhote na tundra está no museu olhando outro Mamute bem completo, não tão bom quanto Lyuba, a fêmea que ele havia achado, mas muito bom. O paleontólogo conta que ele foi achado em 2004 e agora eu posso postar sobre o achado deste filhote, ou melhor, sobre o documentário produzido pelo Discovery Channel sobre o achado deste filhote de 2004. O nome do documentário do Discovery é bem parecido, chama-se "The Baby Mammoth" e o tema central é o achado do filhote de Mamute também na Sibéria. Para saber como foi a descoberta lendo o resumo do filme, clique para expandir a postagem e confira diversas fotos também.

Era o fim de 2004 e na Sibéria, em uma mina de ouro da cidade de Yakutsk, um minerador trabalhava com a escavadeira quando algo estranho surgiu no solo e despertou sua curiosidade, o que o fez parar na hora para ver de que se tratava.
Ao descer da máquina ele percebeu que desenterrara um animal fossilizado, mas não eram ossos quaisquer, mas sim um filhote de Mamute quase completo, contendo toda a cabeça preservada e parte do corpo, ainda com pele e outros tecidos moles.
O Fóssil do bebê Mamute
© Discovery Channel/Screenshot by Ikessauro
Os cientistas foram chamados e imediatamente o fóssil foi transportado para exames em laboratórios e museus. Foram feitas tomografias computadorizadas e análises manuais em uma autópsia do animalzinho, conduzida por especialistas em Mamutes do mundo todo e por um cientista especialista em análises de DNA, que tentaria coletar material e procurar neste algum material genético ainda preservado que pudesse permitir a reconstrução do DNA do animal.
Tom, o cientista do DNA, até imaginou como seria o bebê Mamute, e quase acertou, apenas fez um conceito dele um pouco alto demais e muito orelhudo, como vemos na imagem abaixo. Mas não é nada fácil imaginar um animal com 100% de precisão, uma vez que faltavam as pernas dele e toda a parte de trás do corpo, além de que a escavadeira danificou parte do crânio dele.
Tom e o Mamute bebê como ele havia imaginado
© Discovery Channel/Screenshot by Ikessauro

Mas logo o paleontólogo corrigiu o Mamute, diminuindo um pouco a altura e o tamanho das orelhas e pronto, temos na tela a concepção bem fiel de um Mamute filhote em vida. No documentário os cientistas buscam imaginar como era a Sibéria na época dos Mamutes e quais animais viviam ali, como era o ambiente em geral.
Casal de Mamutes
© Discovery Channel/Screenshot by IkessauroObservando seu mundo
© Discovery Channel/Screenshot by Ikessauro

O paleontólogo busca explicar como era o Mamute e quais diferenças ele tem em relação aos Elefantes atuais e como viviam nas espetes Siberianas há 40.000 anos, durante a Era Glacial e com quais animais partilhavam o ecossistema.
Paleontólogo mostra a diferença entre a cabeça do Mamute e do Elefante
©
Discovery Channel/Screenshot by Ikessauro

Análises de DNA no solo em busca de vestígios de genes animais ali impregnados podem ajudar a determinar se existiam ali espécies diversas ou apenas uma pequena variedade. Sabe-se que ali viviam cervos, rinocerontes lanosos e bois almiscarados, dos quais a maioria das espécies foi extinta, somente os bois almiscarados ainda existem e cervos, porém espécies diferentes da que existiram naquele período.
O Bebê Mamute é intromedido: invadiu o laboratório
©
Discovery Channel/Screenshot by Ikessauro
A partir de análises do bebê Mamute foi possível determinar que ele teria cerca de 7 meses de vida e ainda não comia plantas, vivia só do leite materno e ainda as análises em seu DNA revelaram que era um macho.
A mamãe Mamute próximo ao lago
©
Discovery Channel/Screenshot by Ikessauro

Ao fim da pesquisa os cientistas tem uma visão melhor de como eram e como viviam os Mamutes Lanosos da Sibéria, mas ainda há uma etapa importante a ser concluída, que é o término do processo que resultará no genoma seqüenciado, retirado do DNA do Mamute, o que nos aparelhos do laboratório de Tom levará cerca de 6 meses (atualmente, ano de 2009, tal tarefa já acabou faz tempo).

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Fontes
  • DVD O Bebê Mamute


domingo, 13 de dezembro de 2009

Tawa hallae: o novo terópode indica que os dinos surgiram na América do Sul

© Jorge Gonzalez

Pesquisadores encontraram no estado americano do Novo México um novo dinossauro terópode, muito antigo e que pode ajudar na compreensão da origem e evolução dos dinossauros. Clique para expandir a postagem e leia a matéria completa.

O fóssil do dinossauro, que recebeu o nome de Tawa hallae, foi encontrado em rochas do período Triássico em um sítio no Novo México - Estados Unidos e parece ter características em comum com o Herrerassauro, outro terópode antigo, porém natural da América do Sul.
Foi na década de 1960 que o Herrerassauro foi descoberto e até hoje é considerado como um dos primeiros dinossauros a surgir na Terra, mas o Tawa recentemente descoberto com outros dois esqueletos de animais diferentes, viveu quase na mesma época, há cerca de 214 milhões de anos.
O Tawa é parecido com o animal sul-americano, principalmente na região pélvica, onde existem muitas semelhanças entre os ossos de sua bacia e a os da do Herrerassauro, mas também possui características diferentes, como ossos mais leves, com sacos de ar ao longo da coluna, uma característica dos Terópodes verdadeiros e que não aparece no dino argentino.
Segundo Sterling Nesbitt, da Universidade de Austin, no Texas, não era possível determinar com precisão se traços comuns dos dinossauros terópodes se desenvolveram de maneira independente ou se estas já existiam em animais de um mesmo grupo, que evoluíram mantendo tais aspectos até tornar-se dinossauros. Mas agora, essa tão intrigante pergunta a respeito da evolução dos dinos já está um pouco mais clara, pois as comparações entre o novo terópode e o Herrerassauro, com dados já conhecidos a respeito da evolução dos terópodes permite supor que os dinossauros surgiram na América do Sul e só depois se espalharam pelo mundo, ainda no período Triássico, época em que todos os continentes estavam unidos em forma do super-continente Pangéia.
O Tawa não era grandão, media apenas 70 centímetros de altura e 2 metros de comprimento, mas naquele período isso já era bem vantajoso, e permitiu que o Tawa fosse bem sucedido, perpetuando as características que no período Jurássico caracterizariam os terópodes verdadeiros, como grandes mandíbulas, dentes entre outros aspectos.
O pesquisador afirma que o novo dinossauro é um animal, um fóssil que preenche uma lacuna morfológica, ou seja, mostra o que existia e como era a aparência de animais em determinado período de tempo. É como se a história evolutiva no planeta Terra fosse um álbum de figurinhas e cada fóssil é o equivalente a uma figura da coleção. À medida que se encontra uma figurinha a coleção fica mais completa e mais lógica, plausível e interessante! O Tawa é a figurinha que faltava para explicar a evolução dos terópodes e seu surgimento, além é claro da dispersão e diversificação deles no globo.
Não se sabe porque, mas acreditam os pesquisadores que os dinossauros migraram da área da Pangéia que corresponde à atual América do Sul, para a área correspondente à América do Norte, mas somente os terópodes adaptaram - se ao clima de lá e evoluíram prosperamente.

Fonte

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O Elo (The Link)

© The History Channel

Este documentário foi produzido pelo The History Channel este ano, com base na pesquisa elaborada sobre o fóssil apelidado de Ida (se desejar, veja a notícia publicada aqui), cujo nome científico é Darwinius masillae. O primata estava sendo considerado um ancestral do ser humano e por isso o documentário foi intitulado como "The Link" (O Elo), mas alguns pesquisadores dizem agora que o animal é apenas um lêmure. Bem, leia o resumo abaixo, veja fotos e se necessário veja o documentário para tirar suas próprias conclusões. Basta expandir a postagem para ver o texto completo.

Jorn Horum, um paleontólogo da Universidade de Oslo na Noruega, foi à Alemanha para procurar fósseis interessantes na tradicional feira de minerais e fósseis que lá ocorre anualmente.
Logo foi convidado por um estranho para tomar um café e na hora já percebeu que não era algo comum, sabia que o estranho teria algo interessante para oferecer a ele. Na feira, os fósseis realmente bons, bem conservados ou raros, não são mostrados, mas sim vendidos clandestinamente em reuniões particulares com paleontólogos e colecionadores milionários.
O fóssil de Ida
© The History Channel
O desconhecido conta a Horum que tem um fóssil bem interessante à venda e agendam um encontro para ver o espécime. Jorn vai preparado, gravando a reunião e o fóssil, para registrar o primeiro encontro que terá com a peça e para ter como provar a existência do mesmo, caso precise mostrar a alguém.
O fóssil de Ida
© The History Channel

À primeira vista, Jorn já percebe o quão incrível e raro deve ser aquele fóssil, aparentemente um mamífero, primata, preservado impecavelmente em uma placa de rocha que foi inserida em uma chapa de material sintético que protege o fóssil de maneira incrível.
O vendedor dá o preço, mais de 1 milhão de dólares, o que é uma fortuna considerável, a qual Jorn Horum não tem, mas precisará conseguir se quiser levar o fóssil para estudo. Porém, primeiro ele precisa avaliar a veracidade, autenticidade da peça e faz isso analisando o interior do osso por meio de radiografias, pois pode-se alterar o exterior do osso para fazer este parecer diferente, mas a sua estrutura interna é inalterável, cada tipo de osso tem uma estrutura específica no interior.
Jorn Horum no Museu de História Natural
© The History Channel


Depois de constatar que o fóssil é realmente autêntico, Horum levou 6 meses para arrecadar fundos e efetuar a compra do material, mas conseguiu, ainda bem, pois caso contrário a peça poderia ficar na coleção particular de um colecionador por muito tempo e o mundo não saberia da existência desta magnífica peça. Na realidade este fóssil já ficou no anonimato por tempo demais, porque o seu descobridor, encontrou-o na Alemanha, em um local conhecido como Messel Pits (Os Poços de Messel), na década de 1980 e o levou para casa, onde fez todo o processo de preservação do animal com a resina sintética para mantê-lo em sua coleção por anos, como se fosse uma obra de arte natural, que ele via todo dia, mas ninguém no mundo sabia que existia.
Agora o fóssil acabou indo parar no mercado negro de fósseis e para a sorte da paleontologia o sortudo paleontólogo norueguês estava no local e hora certa para receber a oferta de compra e conseguiu assim, resgatá-lo, a altos custos é verdade, mas conseguiu.
Ele logo percebeu que aquele animal era incrivelmente antigo e bem preservado, mais que 95% de seu corpo se conservou na rocha, e que a tarefa de estudá-lo teria que ser muito bem elaborada, por profissionais competentes. Assim, ele que não é especialista em primatas, resolveu chamar uma "equipe dos sonhos", composta só pelos melhores e mais renomados paleontólogos da área e assim convidou Holly Smith, uma paleontóloga especialista em antropologia dentária da Universidade de Michigan, Jens Lorenz Franzen, um especialista em primatas antigos, Philip Gingerich, especialista no estudo de mamíferos do Eoceno e na busca de elos entre mamíferos antigos e modernos. Posteriormente Jorg Habersetzer, do Instituto de Pesquisa Senckenberg se juntou ao grupo e assim a pesquisa foi realizada, em total sigilo, sem que ninguém além deles soubessem do que se tratava a pesquisa, que durou cerca de dois anos.
© The History Channel

Análises do corpo levaram os cientistas a definir o animal como um lêmure antigo, com idade estimada em 47 milhões de anos atrás, período Eoceno e ainda Jorn conseguiu analisar o sexo do animal, que pela falta de um osso chamado báculo, acabou sendo definido como uma fêmea.
De acordo com estudos dos dentes realizados pela Drª Holly Smith, o animal comia folhas e frutos, complementando a dieta talvez com insetos e também descobriu-se a idade do bicho pela análise dentária, idade esta estimada em apenas 6 meses de vida.

Com base na idade do lêmure, os estudos foram se aprofundando e Jorn acabou apelidando o animal de Ida, o nome de sua filha, com a aprovação da equipe, pois é como se esta primata não fosse mais bebê, mas nem adulta, o que em humanos equivaleria às idades entre 6 e 12 anos.
Análises do conteúdo do estômago, que também foi preservado, mostraram resquícios de plantas e sementes e estudos na anatomia resultaram na concepção da locomoção do animal e no modo como morreu. No Eoceno, havia atividade vulcânica grande naquela região e Messel Pits era um grande lago, muito fundo, surgido em uma cratera formada de explosões de magma, ou seja, uma espécie de vulcão e este ecossistema abrigava diversos animais.
Formação do Poço de Messel © The History ChannelCobra encontrada em Messel Pits: um exemplo da fauna local
© The History Channel

Estudando o pulso de Ida, notou-se que ela deve ter fraturado o mesmo e ao crescer, este ficou defeituoso. Os paleontólogos afirmam que provavelmente Ida foi beber água no lago e devido a concentração alta de um tipo de gás ela acabou perdendo a consciência e caiu no lago, onde afogou-se e seu corpo ficou sepultado, por 47 milhões de anos. Como o lago era muito fundo, pouco havia de oxigênio nas partes mais baixas e por isso as bactérias não atuaram, decompondo o corpo, que ficou excepcionalmente bem preservado.
No fim, surgiu a hipótese de que Ida é na verdade um primata ancestral do homem, dos chimpanzés e gorilas, o que seria ótimo para explicar a evolução da nossa própria espécie.

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© Blog do Ikessauro
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Ardipithecus: Descobrindo Ardi

© Discovery Channel
Este é um longo documentário do Discovery Channel a respeito do nosso ancestral denominado Ardipithecus ramidus, que recentemente ganhou grande reconhecimento na mídia e passou a ser conhecido pelo apelido "Ardi". Este primata foi descoberto há muitos anos, em 1992-1993, em um local na Etiópia, por uma equipe liderada pelo paleontólogo Tim White e foi nomeado em 1994, em uma publicação da revista científica Nature, porém os fósseis conhecidos eram apenas alguns poucos dentes e não havia expectativa de encontrar algo mais completo, tanto quanto o esqueleto de Lucy, o Australopithecus afarensis que era considerado o ancestral do homem mais antigo já descoberto. Para saber mais sobre a história de Ardi, como é contada no documentário, clique para expandir a postagem e leia o texto completo, acompanhando algumas imagens também!
No filme do Discovery Channel nós aprendemos, como já descrito antes, quando, como, onde e por quem foi descoberto o Ardipithecus e quais eram as expectativas de se encontrar um fóssil bem completo deste animal. Sabia-se que era antigo, que era um primata, mas não havia nenhuma hipótese nem teoria detalhada sobre o animal devido à falta de material.

No filme, vemos que Lucy por algum tempo era considerada um fóssil transicional entre hominídeo e símio, mas posteriormente notaram que era um mamífero bípede, o que a definiria como um hominídeo. As origens da postura bípede novamente voltavam a ser um mistério e não havia um outro exemplar mais antigo de primata que pudesse esclarecer tudo.
© Discovery Channel

Tim White e sua equipe haviam ido à Etiópia, no Vale do Médio Awash, a leste do rio, porém nada encontraram que pudesse ser vestígio de hominídeos, somente plantas e outros animais. No entanto, nativos da região entraram em conflito com outros povos locais e os pesquisadores acabam mudando o local de escavação, para o lado oeste do rio, onde desta vez, no dia 17 de dezembro, finalmente encontram um vestígio de hominídeo, que nada mais era do que um dente molar. A partir daí, outra expedição foi feita no mesmo local e novos fósseis foram surgindo, porém com dificuldade, mas os poucos dentes serviram para nomear a espécie no artigo na revista Nature, como mencionado.
Em 1994, Tim retorna ao Médio Awash com a equipe para procurar mais, sendo que após incansável procura um dos membros do grupo encontra um ossinho da mão de um hominídeo, o que reflete a raridade dos ossos deste tipo de animal, pois estes eram mais inteligentes que os demais e raramente morriam em locais favoráveis à fossilização e quando morriam, logo eram devorados por predadores, carniceiros.
No dia seguinte, novos ossos surgem, incluindo da perna, mas devido à composição do solo e suas características, o fóssil era muitíssimo frágil, e precisou ser fixado com produtos químicos parecidos com cola, que fixa o osso, impedindo que se quebre facilmente.
© Discovery Channel
Porém alguns dias depois chuvas torrenciais impedem que os paleontólogos continuem a busca, mas depois que esta acaba e o solo seca um pouco, a escavação recomeça. Ao todo foram 15 anos escavando os ossos, que no fim resultou em um conjunto de 90 ossos, dentre os quais estavam a pélvis, ossos do tornozelo, do pé, a base do crânio, mandíbula inferior, braços e pernas, tudo incompleto e bem frágil, necessitando de extremo cuidado.
Ao fim da coleta, o material que havia sido acumulado era excelente para os padrões de fósseis de hominídeos, porém ainda faltava o principal para determinar a aparência do animal, o crânio. Não demorou muito e os sortudos cientistas encontraram diversos fragmentos cranianos do mesmo indivíduo do qual haviam recuperado os demais ossos. Agora sim eles tinham em mãos uma coleção de peças que poderia dar uma noção de como era o animal, mas ainda precisavam saber a idade exata.
Os fósseis não tinham a composição química necessária para a datação, então foram usadas rochas formadas de cinzas vulcânicas, das camadas de cima e de baixo da camada onde estavam os ossos e a idade aproximada foi estimada em 4,4 milhões de anos atrás, bem mais antigo que o fóssil de Lucy.
© Discovery Channel
A partir do estudo da dentição e análises por tomografia computadorizada de alta tecnologia, realizada no Japão, além de pesquisas no resto dos ossos, foi possível determinar que o exemplar era uma fêmea, jovem, porém já adulta, de cérebro pequeno e postura bípede, mas que ainda tinha traços primitivos, como polegares pequenos nas mãos e um dedão preênsil em cada pé para agarrar galhos de árvores, como em macacos. Mas não tinha costume de andar apoiada nos nós (juntas) dos dedos da mão, como gorilas e chimpanzés atuais. Analisando a fauna e flora do local onde Ardi viveu, os cientistas afirmam que ali não existiam planícies vastas, mas sim uma floresta densa e assim derrubaram algumas teorias da origem da postura bípede.
Com todos os dados, um renomado paleoartista especializado em hominídeos foi convidado para retratar Ardi, tanto seu esqueleto, musculatura e uma versão com pele, ainda inédita.
© Discovery Channel

Com este trabalho finalizado, o último passo foi dado pela equipe do Discovery Channel, que usando todos os dados e ilustrações, elaborou uma animação do animal em 3D em seu ambiente natural, unindo arte e ciência.
© Discovery Channel

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Geralmente podemos encontrar por aí alguns episódios, mas quando se trata de comodidade, nada melhor do que ver os episódios na televisão de casa, com imagem grande, nítida e som de qualidade, em vez de ver numa resolução baixa em um player qualquer em seu computador.
Por isto o Blog do Ikessauro oferece uma chance a quem não conhece este documentário, de assisti-lo em casa, o que para muitos geralmente não é possível, porque nem todos possuem acesso a canais como Discovery Channel, The History Channel ou National Geographic Channel e não encontram no mercado DVDs de tais produções.
Agora vários DVDs estarão disponíveis para que possam comprar aqui no blog, a um custo relativamente baixo. Cada disco custa somente R$8,00 reais e o custo de envio via correios é de R$5,00 reais para cada disco. Cada disco contem apenas 1 episódio, gravado da TV, portanto não contém no DVD nenhum material bônus, ou extras, nem menu ou seleção de legendas e idioma.
Este é o disco que você vai levar se comprar, exatamente igual ao da foto
© Blog do Ikessauro
O DVD contém apenas 1 episódio dublado (áudio em português), com duração aproximada de 1 hora e 30 minutos. Também disponibilizo aqui no blog outros títulos que podem ser vistos acessando o seguinte link ou o banner de DVDs da coluna de menus do blog.
Clique aqui para ver outros títulos em DVD

Se desejar mais de 1 título, o frete sobe para R$10,00 reais, frete que pode comportar até 6 discos. Acima de 6 discos o frete é de R$15,00, tudo via carta registrada. Cada DVD/Disco contém 1 episódio dublado em português. A face do disco é pintada, ou seja, vem com um "desenho" em cada DVD, que é enviado em uma caixinha de CD comum, sem encarte nenhum. Os fretes anunciados nesta postagens só valem para discos com estojo comum. Documentários da BBC com estojos de DVD e encarte tem frete diferente
Se estiver interessado e quiser comprar, você deve entrar em contato pelo seguinte e-mail: patrick_krol.sk8@hotmail.com
Por favor, se entar em contato, escreva DVDs - Documentários no campo de assunto, para facilitar o reconhecimento.
Fontes

domingo, 6 de dezembro de 2009

Acordando o Bebê Mamute (Waking the Baby Mammoth)

© National Geographic Channel
Em "Waking the Baby Mammoth" (Acordando o Bebê Mamute), que foi exibido no Brasil com o título "O Bebê Mamute", nos mostra como ocorreu uma das maiores descobertas da paleontologia moderna no campo de pesquisa de mamíferos, especificamente Mamutes.
Na Sibéria, em 2007, próximo ao banco de um rio, um pastor de Renas é chamado por habitantes de sua aldeia para ver um estranho animal encontrado nas redondezas, nas tundras congeladas. Ao chegar lá, ele percebe que é algo diferente, talvez um Mamute e a partir daí tem que tomar uma atitude a respeito. Clique para expandir a postagem e leia o resto do resumo deste documentário no National Geographic Channel e veja algumas fotos.


O pastor acredita que um animal morto como aquele só pode trazer azar, ser sinal de mau presságio e por isso faz oferendas aos espíritos para acalmá-los e não deixar que nenhum mal recaia sobre a aldeia ou seu rebanho de Renas.
Mamutes e Bois Almiscarados
© National Geographic Channel
Ele apelidou o Mamute congelado, que havia sido achado na tundra, de Lyuba, em homenagem a sua esposa, mas logo decide contar a um amigo da cidade mais próxima sobre o animal que ele encontrara. Ele embarca em um helicóptero, um dos poucos meios de transporte eficazes naquele clima extremamente frio e chega à cidade que fica perto da vila, então segue para a casa de seu amigo e lá conta tudo sobre o achado.
© National Geographic Channel

Sabendo da importância, o amigo chama a equipe de um museu para coletar o fóssil congelado que ainda está lá na tundra e assim inicia-se uma incrível pesquisa sobre aquele bebê Mamute. Por pouco um homem não vendeu o fóssil, graças à consciência do pastor de renas, que percebeu o quanto aquilo era importante para a ciência.
© National Geographic Channel

O corpo do Mamute estava extremamente bem preservado, com pele, pelos, dentes, órgãos internos e tudo mais. A tromba, apesar de deformada, estava presente, todos os membros estavam intactos e não havia sinais de apodrecimento ou ataque de carniceiros. Nas pesquisas que acompanhamos durante o documentário, vemos como os cientistas, os mais experientes em trabalhos com Mamutes e áreas relacionadas, tentam descobrir a idade exata de Lyuba e como ela morreu, isso mesmo, ela, pois os órgãos sexuais estavam tão bem preservados que permitiram aos cientistas definir que Lyuba era fêmea.
© National Geographic Channel
Mas como ela morreu? Não havia sinais de doenças ou de ataque de um predador, nenhum ferimento, como um corte ou fratura, nada que indicasse como morrera aquele pequenino Mamute. Sua idade foi estimada em 1 mês de vida, descobriu-se como se alimentava, de leite materno ainda, e que ingeria as fezes da mãe para enriquecer a flora bacteriana de seu intestino, tornando-o mais eficiente para quando estivesse comendo apenas plantas.
Aquela fêmea, morreu com apenas 114 centímetros de comprimento, 91 centímetros de altura há 40.000 anos, provavelmente afogada em um lago, enquanto tentava atravessá-lo, concluíram os cientistas.
© National Geographic Channel
Este é um documentário incrível, pois vemos simplesmente o melhor fóssil de um Mamute Lanudo encontrado até hoje! Vale a pena ver e conhecer a história de Lyuba e de seu descobridor.

Geralmente podemos encontrar por aí alguns episódios, mas quando se trata de comodidade, nada melhor do que ver os episódios na televisão de casa, com imagem grande, nítida e som de qualidade, em vez de ver numa resolução baixa em um player qualquer em seu computador.
Por isto o Blog do Ikessauro oferece uma chance a quem não conhece este documentário, de assisti-lo em casa, o que para muitos geralmente não é possível, porque nem todos possuem acesso a canais como Discovery Channel, The History Channel ou National Geographic Channel e não encontram no mercado DVDs de tais produções.
Agora vários DVDs estarão disponíveis para que possam comprar aqui no blog, a um custo relativamente baixo. Cada disco custa somente R$8,00 reais e o custo de envio via correios é de R$5,00 reais para cada disco. Cada disco contem apenas 1 episódio, gravado da TV, portanto não contém no DVD nenhum material bônus, ou extras, nem menu ou seleção de legendas e idioma.Também disponibilizo aqui no blog outros títulos que podem ser vistos acessando o seguinte link ou o banner de DVDs da coluna de menus do blog.
Se desejar mais de 1 título, o frete sobe para R$10,00 reais, frete que pode comportar até 6 discos. Acima de 6 discos o frete é de R$15,00, tudo via carta registrada. Cada DVD/Disco contém 1 episódio dublado em português. A face do disco é pintada, ou seja, vem com um "desenho" em cada DVD, que é enviado em uma caixinha de CD comum, sem encarte nenhum. Os fretes anunciados nesta postagens só valem para discos com estojo comum. Documentários da BBC com estojos de DVD e encarte tem frete diferente.
Este é o disco que você vai levar, exatamente como na foto
© Blog do Ikessauro

Se estiver interessado e quiser comprar, você deve entrar em contato pelo seguinte e-mail: patrick_krol.sk8@hotmail.com
Por favor, se entar em contato, escreva DVDs - Documentários no campo de assunto, para facilitar o reconhecimento.

Fontes

sábado, 5 de dezembro de 2009

Pachyrhinosaurus Papo - Mais uma adição à coleção


E aí galera! A Papo tá com a bola toda pra 2010, lançando diversos modelos novos. O mais novo anunciado é o Pachyrhinosaurus, um dino do grupo dos ceratopsianos, que viveu do Cretáceo, com um calombo ósseo bem grande no focinho. O boneco tá incrível, cheio de detalhes, escamas incríveis, chifres bem detalhados e pose imponente. Clique para expandir a postagem e leia mais sobre o novo lançamento!

O bicho não segue a já tradicional linha baseada em Jurassic Park, como é o caso da maioria dos modelos já lançados e como previsto inicialmente para a linha. De qualquer forma, o boneco é um dos melhores, talvez mais belo que o Triceratops, outro ceratopsiano da coleção. Vamos aguardar até o ano que vem para poder adquirir esta maravilhosa peça de coleção e torcer para que a Papo continue com estas maravilhosas miniaturas, lançando cada vez mais modelos!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O Verdadeiro T.rex (T.rex: New Science, New Beasts)

© Discovery Channel (Screenshot by Ikessauro)

Este documentário do Discovery Channel é focado no eterno rei dos dinossauros, o Tiranossauro rex. Aqui os pesquisadores que participaram da gravação nos mostram as mais recentes descobertas a respeito do T.rex, que há mais de 100 anos é conhecido. Mas novos métodos científicos, novas tecnologias permitiram descobrir coisas inéditas sobre este que é o mais famoso dos dinossauros, então acesse o resto da postagem e leia mais sobre este filme, pois agora que cientistas dispões de uma "nova ciência" surge a "nova fera"!

No filme sobre o T.rex, vamos descobrindo o que mudou na concepção deste dinossauro, quais são as teorias mais aceitas sobre ele atualmente, como se locomovia, sua velocidade. Há muitos anos acreditava-se que ele corria acima de 40 km/h, mas hoje as estimativas não passam de 32km/h, ou seja, ele não era um corredor nato.
© Discovery Channel (Screenshot by Ikessauro)

O T.rex tinha boa visão? E o olfato? Qual era sua aparência? Tinha escamas? Alguns acreditam que sim, outros vão retratá-lo com penas ou protopenas, pelo menos na juventude. Além disto podemos acompanhar as análises feitas por cientistas em tecido mole encontrado dentro dos osso do T.rex, podemos ver como caçava, como se comportava.
Alguns indícios agora levam os cientistas a crer que o T.rex não era um gigante solitário, mas um predador familiar, que vivia em bandos com adultos e filhotes, caçando em emboscadas nas florestas da América do Norte.
© Discovery Channel (Screenshot by Ikessauro)
Como o rei se alimentava e como caçava, quanto vivia e a que tamanho chegav, são alguns dos assuntos abordados neste documentário de ótima qualidade, com animações em computação gráfica em alta qualidade.
© Discovery Channel (Screenshot by Ikessauro)

Podemos ver o T.rex de diversas formas neste documentário, desde versões antigas dele até as mais recentes, como a já mencionada, aparência com penas.
Resumindo, neste documentário podemos aprender como o T.rex era, como se comportava, comia e tudo mais, com base em pesquisas científicas sérias, "vestidas" com a tecnologia, o que permite ver e ouvir o eterno rei dos dinos como ele realmente foi nos tempos de seu reinado.
© Discovery Channel (Screenshot by Ikessauro)
Geralmente podemos encontrar por aí alguns episódios, mas quando se trata de comodidade, nada melhor do que ver os episódios na televisão de casa, com imagem grande, nítida e som de qualidade, em vez de ver numa resolução baixa em um player qualquer em seu computador.
Tudo isto e muito mais você pode assistir neste documentário sobre os mais incríveis animais marinhos que já viveram. Para os que quiserem adquirir o episódio em DVD aqui no blog, confira abaixo como fazer isso.
© Discovery Channel (Screenshot by Ikessauro)
Por isto o Blog do Ikessauro oferece uma chance a quem não conhece este documentário, a chance de assisti-lo em casa, o que para muitos geralmente não é possível, porque nem todos possuem acesso a canais como Discovery Channel, The History Channel ou National Geographic Channel e não encontram no mercado DVDs de tais produções.
Agora vários DVDs estarão disponíveis para que possam comprar aqui no blog, a um custo relativamente baixo. Este DVD contém 1 disco apenas e custa R$8,00 com frete fixo em R$5,00. Não inclui material bônus, ou extras, menu com seleção de legendas ou cenas, só um episódio de cerca de 40 minutos de duração, gravado da TV, com áudio em português. Também disponibilizo aqui no blog outros títulos que podem ser vistos acessando o seguinte link ou o banner de DVDs da coluna de menus do blog.
Se desejar mais de 1 título, o frete sobe para R$10,00 reais, frete que pode comportar até 6 discos. Acima de 6 discos o frete é de R$15,00, tudo via carta registrada. Cada DVD/Disco contém 1 episódio dublado em português. A face do disco é pintada, ou seja, vem com um "desenho" em cada DVD, que é enviado em uma caixinha de CD comum, sem encarte nenhum. Os fretes anunciados nesta postagem só valem para discos com estojo comum. Documentários da BBC com estojos de DVD e encarte iguais ao original tem frete diferente.
Este é o disco que você vai levar, exatamente como na foto
© Blog do Ikessauro

Se estiver interessado e quiser comprar, você deve entrar em contato pelo seguinte e-mail: patrick_krol.sk8@hotmail.com
Por favor, se entar em contato, escreva DVDs - Documentários no campo de assunto, para facilitar o reconhecimento.

Fonte
  • DVD O Verdadeiro T.rex

Postosuchus Wild Safari

Boneco Postosuchus: clique para expandir a postagem e saiba mais sobre como comprar o seu
© Safari

Nome do boneco:
Postosuchus.
Marca: Coleção Wild Safari.
Fabricante: Safari ltd.
Tamanho: 20 centímetros de comprimento e 5,7 centímetros de altura.
Preço: R$70,00 + frete.
Envio: Correios - PAC ou SEDEX
Email para contato: patrick_krol.sk8@hotmail.com - envie um email com o assunto POSTOSUCHUS caso tenha interesse de comprar.

Quer levá-lo? Sugiro que leve logo, aproveite a chance de adquirir esta maravilhosa peça de coleção, um Postosuchus perfeito. Feito em PVC pintado à mão com detalhes incríveis, este modelo é o melhor de todos os já criados para representar esse animal, este da Safari consegue reproduzir a ferocidade, potência do animal, com anatomia perfeita, de acordo com as mais recentes pesquisas paleontológicas, por isso chamo atenção para o crânio, que é igual ao do animal real. Raramente um boneco desta espécie fica disponível no mercado brasileiro. Importado! Aproveite esta chance!

Clique na imagem para ampliar
Esta imagem é do meu exemplar, mas o que está à venda é novo.

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Giganotossauro Carnegie : Compre o seu aqui!

Boneco Giganotosaurus Carnegie: clique para expandir a postagem e saiba mais sobre como comprar o seu
© Blog do Ikessauro
Nome do boneco: Giganotosaurus.
Marca: Coleção Carnegie.
Fabricante: Safari ltd.
Tamanho: 27,5 centímetros de comprimento e 14 centímetros de altura.
Preço: R$115,00 + frete.
Envio: Correios - PAC ou SEDEX
Email para contato: patrick_krol.sk8@hotmail.com - envie um email com o assunto GIGANOTOSAURUS caso tenha interesse de comprar.

Quer levá-lo? Sugiro que leve logo, aproveite a chance de adquirir esta maravilhosa peça de coleção, um Giganotossauro feito em PVC pintado à mão, escala 1/40, com detalhes incríveis. Cor e anatomia muito realista, o crânio é bem feito, de acordo com as mais recentes pesquisas paleontológicas. Raramente um boneco desta espécie fica disponível no mercado brasileiro. Importado! Aproveite esta chance!

Clique na imagem para ampliar
© Blog do Ikessauro